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segunda-feira, 28 de março de 2011

Guarda-chuvas, guarda-sóis, guardam-me!

Meus guarda-chuvas
Guardam o frescor das águas
Que perderam o endereço
do Mar
Escorrem pelos panos esticados
Sustentados nas varetas
que presas seguram pelo cabo
minha mão a flutuar.


Meus guarda-sóis
Guardam raios coloridos
Que espalham seus ruídos
Por todos os meus
sentidos e me fazem sonhar
Mantém o calor do sol que brilha
Aquece e nutre  idéias
Me fazem soliloquiar