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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Código binário


tela Suê - ciberespaço- objeto de pesquisa pós-doutorado - UNICAMP 2006 - foto Suê.
...andróides nós... viventes humanos...sociedade formatada por eventos...no ciberespaço...escancaradas nossas janelas...reordenados nossos espaços...tempo...lugar...companhia...o invisivel de novo...longe dos olhos...em lugar nenhum... fora do entedimento perceptivo...do tato...do fato...do ato... universo paralelo de zeros e uns...processados pelo  conduite  do computador...projetistas anônimos...design de interfaces... maneira como escolhemos imaginar... comunidades on line...relacionamentos voláteis...meios eletronicos... acessos remotos...virtualidade...virtualmente espontâneos... trânsito de informação...conhecimento duvidoso...caixas vazias...vitrines frias...interconexões...complexas interações e interdepência...comunicação...auto-aprendizagem...transgressão de fronteiras...tecelagem de ideias que ultrapassam o pensamento linear....múltiplas dimensões...hipertextualidade...ciberespaço...ciber eu..tu..nós...ciber eles...ciber ninguém...nenhuma face...nas interfaces... inteligências artificais...coletivos analfabetos funcionais...contraponto... interpretações partilhadas...diálogo com o nada...com um ...zero...um...zero... zero...código binário...chamando...
...o mau não é ter uma ilusão, o mau é iludir-se (Saramago)

2 comentários:

  1. O duro é perceber a tênue linha entre ter a ilusão e iludir-se. Em que momento a ilusão se transforma no iludir?
    Muito "ciber' seu texto! Gostei!

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  2. A ilusão é a utopia necessária...o ato de iludir-se esse sim é o mau...que se realiza mais pelos equívocos do iludido... do que pela essência da ilusão...

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