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domingo, 17 de julho de 2011

Bit...byte ou Sueño

Conversava mais uma vez entre tantas milhares, com ele seu assunto preferido: os cibernéticos próprios dos binários, bits e outros byte(s) espaço afora. Navegava eu na sua tecnofala, tecnográfica, tecnológica numa entusiasta conversa de quem quer colo sem pressa. Num apelo rogo a inteligência artificial, justo eu a reticente robotizo-me na comunicação. Entre um risoto de queijo, um linguado, um pesto e um profiterole porque criança não fica sem doce, mesmo quando já feito homem, me entrego ouvidos e todos os sentidos que o assunto requer. Ah como era fácil quando falávamos de super heróis! Eu sabia o nome de todos eles  e seus poderes... Esqueço os byte(s) dou lugar a baita vontade de encher minhas mãos com sua barba negra que nos distancia em cada fio que espeta a tez da mulher amada, e que me alerta sobre a pessoa que concebi e agora o que mais quer é mostrar-me o conhecimento de sua arte e com ela ficar assim comigo. Num apelo que interpreto: sem adulações piegas, sem essa de cobrar filiação, saber da mulher que escolhi, das causas pessoais, das leituras que não li, das frutas e verduras que não gosto, do meu corpo desposturado; sem cobrar essa atenção. Para com isso, torce pro meu time, ouça minha voz  e fica assim guardada, protegida sempre minha dentro de mim.

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